quinta-feira, 28 de abril de 2011

Arre que ele é um chato!

Há pessoas que se andam a sujeitar a ouvirem o que não querem. Passo a explicar:
Hoje, numa nova aula de condução, toquei, saliento o toquei, com o pneu no passeio ao contorná-lo. Ninguém morreu, não destruí nada e o carro ficou intacto, mas mesmo assim...
Conclusão: O homem desatou aos berros. "Tu estás bem?", "Tu tomaste o pequeno almoço?". Entendam que esta maneira de ele falar não era de preocupação, mas sim num tom de ironia e de pessoa mal educada.

Mas serei eu assim tão "anormal"? Eu vou para as aulas para aprender a conduzir, acreditem que se soubesse não ia, não para ouvir um homem aos gritos comigo como se eu tivesse algum défice auditivo.
Honestamente, parece-me que o homem é um machista de primeira.
Com tanta gente a necessitar de emprego, metem-me pessoas assim, com esta compreensão e tolerância, a dar aulas de condução a pessoas que não sabem conduzir!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Aula de condução...

O meu instrutor é um chato do caneco.
Olhava para mim de uma forma...parecia que me ia dar um tiro nas vezes em que eu errava alguma coisa. 
"Olha a perpendicular!", "Olha a posição da mãos!", "Abre a janela!", "Fecha a janela!"...
Mas sabem que mais, a experiência de conduzir, tal como os miúdos dizem,"É tão "fixe"!

Beijinhos,

Philippa

Mais um empecilho na estrada...

O pânico, o medo, o terror...E lá vão começar hoje as aulas de condução.
"Cheira-me" que nas próximas semanas vou ter muitas peripécias, provocadas pela minha falta de jeito, para vos contar.

E finalmente as boleias e as viagens de comboio, em que a estação fica a 20min de carro, vão passar para o segundo plano.

P.S. O "maldito" telemóvel, até ao momento, ainda não tocou!
Vocês são umas queridas por pensaram que poderá ser um admirador, mas não há nada disso para estes lados. Só mesmo o namorado, mas já ficou mais do que visto que não era ele!

Beijinhos,

Philippa

terça-feira, 26 de abril de 2011

Quando o telemóvel toca...

Dá-me cá uma volta ao estômago...
Ando há dias a ser bombardeada de chamadas de um número anónimo. A pessoa insiste, volta a insistir e insiste ainda mais bocado. 
Já atendi para perceber o porquê da insistência mas ninguém fala. Ouve-se apenas um barulho do fundo,  mas não é o suficiente.
Juro-vos, cheguei a um ponto que o telemóvel já nem sai do modo silencioso. 

Haja paciência. 

Beijinhos,

Philippa